quarta-feira, 25 de maio de 2011

Minha experiência com ferramentas interativas

Minha primeira experiência com ferramentas interativas foi quando surgiu a necessidade de criar um e-mail. Na atualidade, a maioria das pessoas faz uso dessa ferramenta, facilitando a comunicação de todos.
Em 2010, ao cursar uma especialização pela PUC-RIO, precisei criar um blg para atender as necessidades de uma determinada  disciplina. Gostei muito, mas, infelizmente não divulguei  o blog e consequentemente não houve visitantes.

Agora, estou retomando esse blog, mais uma vez cumprindo as exigências do curso UCA, mas, pretendo divulgar o endereço e manter meu blog atualizado.

A formação UCA, promete muito! Uma capacitação que contribui de forma relevante com a minha profissão. Como professora preciso conhecer esse mundo de interatividade tecnológica, afinal os alunos sabem muito sobre o assunto.

Quanto ao uso do laptop em sala de aula, acredito que contribuirá para um novo momento na escola. A prática pedagógica estará mais dinamizada e com certeza a construção dos conhecimentos por parte dos alunos será mais prazerosa e bem mais fácil.

Socorro Acioli

domingo, 29 de agosto de 2010

OBJETIVO DO BLOG

ESTE BLOG  É MAIS UM ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO E INTERAÇÃO. DIVULGAR AÇÕES E CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS NO DECORRER DA FORMAÇÃO UCA, BEM COMO TROCAR EXPERIÊNCIAS COM OS PROFESSORES E FORMADORES DESTE CURSO E INTERAGIR DE FORMA DINÂMICA COM TODOS AQUELES QUE QUEIRAM.

A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS

A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS


O modelo tradicional de ensino, baseado na transmissão e memorização de informações, vem sendo há algum tempo questionado pelos pesquisadores da área da educação. Esse modelo não consegue atender as solicitações desse admirável mundo novo.

A sala de aula vista como espaço exclusivo onde se dá o processo de ensino-aprendizagem, apresenta limitações consideráveis. Esse processo vertical de informações no fluxo professor-estudante, destinado a este papel passivo e estanque, com participação nula ou muito reduzida nas decisões, nos trâmites e na estrutura do processo que está inserido (LUCKESI,2001; OLIVEIRA, 1999 ).

A ruptura da figura passiva do aluno, que só recebe informações e não conduz o processo de aprendizagem faz-se necessário.

Ensinar com novas mídias será uma revolução se mudarmos os paradigmas convencionais de ensino que mantém distanciamento entre professor e aluno, caso contrário, teremos apenas um verniz de modernidade, sem mexer o essencial.

Inserir novas tecnologias no contexto escolar possibilita aos usuários a oportunidade de entrar em contato com novas informações, pesquisas científicas de todo o mundo, todas as áreas e oportunidade de desenvolver à auto - aprendizagem. O professor tem a chance de realizar o seu verdadeiro papel: o de mediador entre aluno e aprendizagem, o facilitador, o incentivador e motivador dessa aprendizagem. Ele pode dinamizar a aprendizagem do aluno, trabalhar em equipe junto com o aluno buscando os mesmos objetivos, ou seja, desenvolvendo a mediação pedagógica, voltado para a aprendizagem do aprendiz, assumindo que o educando é o centro do universo do ensino. Professor e aluno constituem a célula básica do desenvolvimento da aprendizagem, por meio de ações e relações conjuntas, havendo uma co-responsabilidade e parcerias nesse processo.

Faz-se necessário também, o domínio profundo de sua área de conhecimento, demonstrando competência e criatividade como elemento de busca e motivação para o surgimento de situações inesperadas.

O professor, mais que uma fonte de saber, transforma-se no incentivador da aprendizagem na sala de aula e além dela. Além de dominar todos os conteúdos que vai ensinar, o docente precisa promover a interação entre os participantes do processo e indicar meios para a aproximação, por parte dos mesmos, das fontes nos quais podem encontrar subsídios necessários para a construção do conhecimento.

De acordo com Piaget, o conhecimento é construído, na medida em que as pessoas agem sobre o objeto de conhecimento e sofrem uma ação deste objeto. Dessa forma, educar é dar condições para que os alunos construam o seu próprio conhecimento.

Aprende melhor quando se gosta, pensa e conversa sobre o que se faz.

As novas tecnologias são ferramentas viabilizadoras de conhecimentos. A importância das novas tecnologias para a educação está ampliada atualmente, pois num mundo globalizado e cada vez mais complexo, embora haja muito o que aprender, há muito mais e melhores maneiras de se aprender, graças às novas tecnologias.

O uso das novas tecnologias no contexto escolar favorece a construção coletiva do conhecimento, proporciona a educação inclusiva e possibilitam o acesso as fontes do conhecimento.

O enriquecimento dos processos educativos depende de uma educação de qualidade, não apenas da presença das tecnologias. Elas ampliam o sentido de aprendizagem, o qual é fundamental, mas não suficiente.

Papert afirma que (...) tecnologia não é a solução, é somente um instrumento. Logo a tecnologia por si só não implica a uma boa educação, mas a falta da tecnologia automaticamente implica numa má educação (PAPERT 2001, p.2 ).

Portanto, o uso das novas tecnologias no contexto escolar é de fundamental importância. Repensar as práticas de ensino é o desafio proposto aos educadores. O “aprender a aprender” propõe o uso inteligente dessas ferramentas, com as quais os educandos têm a possibilidade de criar, manipular e vivenciar o conteúdo. Muito além da mera informatização do ensino tradicional, os recursos tecnológicos colaboram para a formação de um constante aprimoramento e depurações de idéias e ações.
TECNOLOGIA ASSISTIVA E DEFICIÊNCIA FÍSICA

Tecnologia Assistiva –TA é um termo utilizado para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão.
Num sentido amplo percebemos que a evolução tecnológica caminha na direção de tornar a vida mais fácil. Sem nos apercebermos utilizamos constantemente ferramentas que foram especialmente desenvolvidas para favorecer e simplificar as atividades do cotidiano, como os talheres, canetas, computadores, controle remoto, automóveis, telefones celulares, relógio, enfim, uma interminável lista de recursos, que já estão assimilados a nossa rotina e, num senso geral, “são instrumentos que facilitam nosso desempenho em funções pretendidas.

Para as pessoas sem deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis.
Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis. ( RADABAUGH, 1993).

A TA deve então ser entendida como um auxílio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de deficiência.

Em 16 de novembro de 2006, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República- SEDH/PR, através da portaria n 142, institui o Comitê de Ajudas Técnicas – CAT, que reúne um grupo de especialistas brasileiros e representantes de órgãos governamentais, em uma agenda de trabalho. O CAT tem objetivos principais: apresentar propostas de políticas governamentais e parcerias entre a sociedade civil e órgãos públicos referentes à área de tecnologia assistiva; estruturar as diretrizes da área de conhecimento; realizar levantamento de recursos humanos que atualmente trabalham com o tema; detectar os centros regionais de referência, objetivando a formação da rede nacional integrada; estimular nas esferas federal, estadual, municipal, a criação de centros de referência; propor a criação de cursos na área da tecnologia assistiva. Bem como o desenvolvimento de outras ações com o objetivo de formar recursos humanos qualificados e propor a elaboração de estudos e pesquisas, relacionados com o tema da tecnologia assistiva.

... em primeiro lugar, o termo tecnologia não indica apenas objetos físicos, como dispositivos e equipamento, mas antes se refere mais genericamente a produtos, contextos organizacionais ou modos de agir, que encerram uma série de princípios e componentes técnicos. (EUROPEAN COMMISSION- DGXIII, 1998)